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Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Ladrilhos Hidráulicos, Produtos de Cimento, Fibrocimento e Artefatos de Cimento Armado de Curitiba e Região

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Dólar sobe mais de 2% com guerra comercial e se reaproxima dos R$ 3,90

Disputa entre Estados Unidos e China também derrubou as principais Bolsas mundiais

 
 
Tássia Kastner
SÃO PAULO
 

O anúncio de que os Estados Unidos vão impor novas tarifas a produtos chineses e a ameaça de retaliação por Pequim puseram fim aos dias de relativa calmaria do mercado financeiro. O dólar avançou sobre as principais moedas, e as Bolsas mundiais fecharam em queda nesta quarta-feira (11).

O dia pode ser bem descrito como de aversão de investidores ao risco, quando eles preferem comprar dólares a manter aplicações em ativos considerados mais arriscados, como moedas de países emergentes ou investimentos em Bolsas de valores. Isso apenas um dia depois de relatos de que a disputa entre as duas maiores economias do mundo já não parecia tão grave.

Na terça-feira (10), após o fechamento do mercado, os Estados Unidos anunciaram tarifas sobre mais US$ 200 bilhões em produtos importados da China, menos de uma semana depois de colocar em vigor a sobretaxa sobre US$ 34 bilhões em itens importados do país.

"Difícil prever o desfecho dessas tensões, mas acreditamos que há uma perda de dinamismo global, fluxos de capitais menos intensos, com correção de preços dos ativos e uma possível 'guerra cambial'. Efeito sobre confiança e decisões de investimentos também tende a ser negativo", escreveu a equipe de economistas do banco Bradesco em relatório.

O dólar avançou mais de 2% e fechou a R$ 3,8820 um dia depois de fechar abaixo dos R$ 3,80 pela primeira vez em duas semanas.

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