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Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Ladrilhos Hidráulicos, Produtos de Cimento, Fibrocimento e Artefatos de Cimento Armado de Curitiba e Região

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Mais da metade dos eleitores de regiões que catapultaram Bolsonaro está frustrada, mostra Datafolha

O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Alan Santos/PR)

Painel

Era vidro e se quebrou A comparação dos dados da nova pesquisa Datafolha com os resultados obtidos por Jair Bolsonaro na eleição oferece termômetro expressivo da queima de capital político nos três primeiros meses de governo. Na região Sul, onde o presidente alcançou seu maior índice de votação, 68%, apenas 39% classificam seu governo como ótimo ou bom —e 54% dizem que ele fez menos do que o esperado. No Sudeste, onde conquistou 65,4% dos votos válidos, o percentual de frustrados chega a 59%.

O que nunca se teve Só o Nordeste ultrapassa o Sudeste no índice de eleitores que dizem que Bolsonaro fez menos do que eles esperavam no primeiro trimestre: 68%. Mas, na região, Fernando Haddad (PT) bateu quase 70% dos votos válidos.

Meio a meio Os eleitores que ganham mais de cinco salários mínimos são os que mais aprovam a administração de Bolsonaro, com índices que vão de 41% a 43% —o que estatisticamente representa quase um empate entre estes e os que não aprovam o governo.

Torcida organizada Para Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, isso ajuda a explicar o embate nas redes sociais. “Esse é o grupo de eleitores que tem mais acesso à internet e aos temas que estão em debate”, afirma.

Dos males o menor? Detalhamento da pesquisa mostra que, entre os que admitem ter votado em Haddad, a avaliação do vice, Hamilton Mourão, é melhor que a de Bolsonaro. Nesse grupo, o presidente é apontado como ótimo e bom por 7%, como regular por 28% e como péssimo por 63%. O general alcança 15%, 36% e 33% respectivamente.

Quem dá mais O presidente da Capes, Anderson Correia, voltou à bolsa de apostas como cotado para substituir Ricardo Vélez no comando do Ministério da Educação. Para políticos ligados à área, a disputa está entre ele e o senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Vai ter luta Integrantes do governo e pessoas próximas a militares que atuam no Planalto afirmam que, se o presidente ceder à pressão e decidir nomear outra pessoa ligada ao escritor Olavo de Carvalho para suceder Vélez no MEC, vai haver uma chiadeira sem precedentes entre integrantes das Forças.

Forasteiro O ex-presidente Lula completa um ano no cárcere, neste domingo (7), ainda inconformado com sua prisão. O petista segue com o discurso de que é alvo de injustiça e perseguição, e rechaça a possibilidade de ele próprio pedir por um regime domiciliar.

Não verga Lula diz que não vai se submeter a regras que considera constrangedoras ou alegar que está debilitado para sair da cela. Ele anseia pelo julgamento de seu caso nas cortes superiores. “Prefiro andar de cabeça erguida aqui dentro do que ficar de cabeça baixa lá fora”, cravou a um aliado.

Meu povo O petista preparou mensagem à militância que acampa em frente à PF.

Tese As acusações disparadas por Sergio Cabral (MDB-RJ) contra ex-aliados e as insinuações de que pode comprometer integrantes de cortes superiores, como do STJ, foram encaradas por magistrados como uma tentativa de forçar a saída de seu caso das mãos do juiz Marcelo Bretas.

Tese 2 No Judiciário, afirma-se que o Ministério Público se recusa a aceitar qualquer acordo com Cabral. Mencionando publicamente agentes com foro privilegiado, ele poderia provocar a migração de processos da Justiça Federal do Rio para as cortes de Brasília.

Janela A previsão de dança das cadeiras na Apex fez integrantes do governo sondarem Filipe Martins, assessor internacional da Presidência, sobre a possibilidade de ele migrar para a agência, o que recusou.

De gaiato O diretor de Gestão Corporativa da Apex, Márcio Coimbra, tem dito que foi arrastado para o meio de uma briga entre Letícia Catelani, diretora de Negócios, e o presidente da agência, o embaixador Mário Vilalva.


TIROTEIO

A nova política tem regime militar dos anos 1960, Chicago boys da ditadura de Pinochet em 1970 e, agora, o centrão, de 1980

Do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), sobre Jair Bolsonaro ter iniciado conversas com diversos partidos por apoio à reforma da Previdência

 

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